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quarta-feira, 14 de julho de 2010

“Os Meus 10 + Álbuns Preferidos de Rock’N’Roll, Baby!”.

Eu sempre acho uma #putafaltadesacanagem fazer listas de “Os 10 Melhores da Face da Terra”, mas eu também confesso que gosto muito disso, pra saber o que as pessoas acham e pensam sobre determinado assunto (principalmente falando de música, claro e evidente).

Por isso EUZINHA aqui vou fazer uma lista de 10 Mais também, por que eu sou foda, eu tenho opinião e o blog é MEEEUUU!

- Isso se faz de trás pra gente, não é? – pergunto Eu
- Ééééé! – Vocês respondem
- Ah, ta! – concordo.

Com vocês, os meus “Os Meus 10 + Álbuns Preferidos de Rock’N’Roll, Baby!”.

Os critérios a serem usados serão: os discos eu que eu escuto mais, aqueles que eu não enjôo, que eu curto as melodias e letras, que me trazem certo tipo de emoção, Ok?

Como todas as listas, essa também me parece injusta, pois não abrange tantas bandas de rock quanto eu gostaria e vai haver repetições de uma mesma banda. Enfim... Eu vou fazê-la assim mesmo. Vocês lêem e comentam e me dão dicas, pra ver se eu faço outra lista, revival.

10. Nevermind – Nirvana
Eu nunca possui esse disco de fato. Era a cópia do meu irmão que eu detonava. E eu ainda não o possuo. A última cópia que eu vi aqui em Natal custava R$ 40,00 e eu não tenho esse dinheiro todo pra dar num cd só. #fail Por isso eu escuto as músicas ainda soltas de um greatest hits velhinho de Nirvana que eu tenho. Será minha próxima aquisição.

Nirvana me lembra muitas coisas boas, principalmente quando eu comecei a gostar de rock. Eu escutava “Smells Like Teen Spirit” na época em que foi lançada nas rádios, mas não sabia de quem se tratava. Quando descobri quem era, já era tarde demais. Kurt estava há muito tempo morto e eu fiquei deprimida tardiamente.

Enfim... O cd é muito bom, retrata o fim dos anos 80 e o começo dos anos 90, época que eu considero como a última década em que se produziu um bom rock. Hoje em dia é todo mundo emo e sem criatividade.

Kurt nesse disco é muito direto, muito melancólico, muito agressivo, muito transparente. Muito ele mesmo.

9. X&Y – Coldplay
Essa, por incrível que pareça, foi a última banda que eu achei pra completar essa lista. Eu fiz essa merda esse post de trás pra frente. Sabia quem seria o décimo, mas o nono me deixou em dúvida. Aí me lembrei desse disco.

Adoro o clima que esse disco cria. Gosto de ouvi-lo quando estou na praia ou quando preciso relaxar. Ele é meio psicodélico e a conexão entre as quatro primeiras canções é maravilhosa.

Um amigo me apresentou ao Coldplay a um certo tempo atrás, mas eu havia ignorado até ouvir esse cd. Daí eu passei a dar mais atenção e acabei comprando os 3 primeiros discos. Gosto mais desse, por trazer psicodelia e por criar “climas”. #coisadedoido

8. Live at Leeds – The Who
Eu gosto deste álbum porque a primeira parte dele traz os maiores sucessos da banda em suas versões ao vivo, que são sempre bombásticas quando se trata de Keith Moon, Roger Daltrey, John Entwinstle e Pete Townshend.

Já a segunda parte traz a ópera rock (atóóóron!) “Tommy” na íntegra e ao vivo. Moooito bom!!! E, claro, com muita força, porque álbum ao vivo sem paixão não é a mesma coisa, concorda?

7. Standing in the Shoulder of Giants – Oasis
Eu gosto muito do estilo de bateria e a sonoridade do Oasis. Remete a antiguidade do Rock. Os caras são uns merdinhas idiotas retardados boçais, mas fazem um bom som. E esse cd traz canções que eu gosto muito: “Gas Panic”, “Where Did it all Go Wrong”, “Fucking in the Bushes” e “Go Let it Out”.

Bom pra relaxar.

Com um som mais psicodélico e com elementos eletrônicos o álbum foi considerado como um experimento da banda que estava em busca de um novo som. Standing on the Shoulder of Giants apresenta músicas diferentes do estilo Oasis, como a indiana "Who Feels Love?", a progressiva "Gas Panic!", as eletrônicas "Fuckin' in the Bushes" e "Go Let It Out". A maioria das músicas do álbum falam sobre o conturbado período pós-Be Here Now: "Gas Panic!" descreve o ataque de pânico que Noel Gallagher sofreu em 1998; "Roll It Over" fala sobre os carreiristas que se apoiaram no sucesso da banda (Robbie Williams o mais conhecido); "Little James", a primeira composição de Liam Gallagher, é sobre seu enteado e "Where Did It All Go Wrong?" fala por si mesma. O álbum alcançou o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido e vendeu mundialmente 8 milhões de cópias.

6. Led Zeppelin I, II, III e IV – Led Zeppelin
“Essa não vale!” – diz você quando lê isso?

Quatro discos? Sim! Quatro! Porque eles estão interligados, um faz parte do outro. Uma continuação. São idênticos até em suas diferenças. Significam o começo do Heavy Metal e traz como criadores uma das melhores e mais fodas legais bandas do mundo.

É Metaaal! É cru! É simples! É anos 70, porra!!! E eu amo os anos 70!!!

Depois deles o Led fez álbuns mais elaborados, sem perder a essência, mas nada como o bom e velho rock’n’roll do começo. Eu eu só os escuto um atrás do outro, sem pensar em qual é o melhor e tal. Muito interligado mesmo.

5. Killers – Iron Maiden
Eu gosto desse disco demais! Principalmente quando estou na esteira, tentando perder meus 15kg extras.

O som do Iron nesse disco é bem forte, com aquela pegada natural que eu gosto muito, bem característica dos anos 70. O Clive Burr (bateria) arrebenta em todas as canções, principalmente em “Genghis Khan” e “Another Life”. Steve Harris sempre também mostrando que é o melhor entre os melhores baixistas do mundo, com sua sincronia perfeita entre a bateria e as guitarras. To pra ver uma harmonia boa como essa nessas bandinhas atuais.

A temática também me atrai. Cheguei a ouvir esse cd antes de dormir por certo tempo. Doido né?

4. Diorama – Silverchair
Lembro-me de ter ouvido esse Cd a primeira vez e de ter a certeza de que amava muito essa banda e o Daniel Johns: Um compositor incrível que evoluiu ao longo do tempo, juntando todas as suas experiências de vida e transformando em música. Ele consegue ser sensível e agressivo ao mesmo tempo e o Diorama trouxe muitas coisas boas nesse aspecto.

Temos uma mistura de Rock Alternativo, do bom e velho grunge, um pouco de Heavy, e o que eu mais gosto, que é misturar o Rock com a música clássica. A pegada melancólica e depressiva do álbum anterior – Neon Ballroom – ainda existe aqui de certa forma.

Este é, a meu ver, o melhor álbum do Silverchair.

Atenção especial a “Tuna in the Brine” e “Across the Night”.

3. A Saucerful of Secrets – PINK FLOYD
Esse é o primeiro álbum do Pink Floyd que eu tô citando. Se eu fosse parar pra escolher direito, acho que os meus 10 + , com certeza, seriam todos de Floyd, o que soa injusto pra mim (por não incluir mais discos deles) e pra vocês (que vão em taxar de alienada). Rá!

Esse é um dos meus discos preferidos EVER! Why? Porque ele é psicodélico. Ele tem letras lindas. Ele tem "Let There Be More Light", "Remember a Day", "Set the Controls for the Heart of the Sun", “See Saw” e - a minha preferida - “Jugband Blues”. Ele também tem a engraçadíssima “Corporal Clegg” e a louquíssima “A Saucerful of Secrets”.

Nesse disco também reconhecemos o chamado “Space Rock”, termo usado para músicas que quando você ouve você acha que está no espaço sideral (dããã!).

2. Is There Anybody Out There? The Wall Live 1980-81 – PINK FLOYD
Is There Anybody Out There? The Wall Live 1980-81 é um duplo álbum ao vivo dos Pink Floyd editado no ano 2000.

Este álbum foi gravado por James Guthrie em 1980 e 1981 quando os Pink Floyd tocaram ao vivo o legendário The Wall em Earls Court, Londres. O álbum chegou ao 19º lugar na tabela Billboard 200 e atingiu a platina (1 milhão de cópias vendidas) em maio de 2000 nos Estados Unidos. As apresentações ficaram marcadas pela presença de duas faixas que não tem no disco de estúdio, são elas: "What Shall We Do Now" & "The Last Few Bricks".

Daí você me pergunta: Por quê não colocou o “The Wall”, álbum de estúdio???

E eu respondo: Motivo 1) presença de duas faixas que não tem no disco de estúdio, são elas: "What Shall We Do Now" & "The Last Few Bricks", já dito acima; Motivo 2) ao vivo ele é muuuuito melhor, pois toda a raiva do Waters contra seus companheiros de banda está expressa nos seus gritos. Muahahahaha!! Além do mais o Floyd ao vivo nessa época era muito show! Nada como uma boa e velha banda de rock em plena atividade e cheia de raiva e angústia inflamando o palco. Atóóóóron!!!

1. Dark Side of the Moon – PINK FLOYD
(The) Dark Side of the Moon (ou pela abreviatura DSotM; O "The" inicial é incluído em algumas versões do título) é um álbum conceptual de 1973 do Pink Floyd, que fala sobre as pressões da vida, como tempo, dinheiro, guerra, loucura e morte. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

A escolha deste para ser o número 1 é tão óbvia que nem merecia comentários, mas como ele é um disco foda massa eu vou comentar assim mesmo.

Foi com esse disco que eu descobri que PINK FLOYD é a maior e melhor banda de rock do mundo. Sem essa de Bitous. Bitous é alienação. Não desmereço a importância deles, mas o que o Pink Floyd fez vai além do que qualquer outra banda poderia fazer.

Você nunca vai ver na história do Rock uma banda fazer o que esses 4 caras fizeram. É impossível! É único! É extraordinário e eu creio nisso tanto quanto eu creio que Jesus Cristo é meu Salvador, Deus feito carne.

Pegue esse cd, coloque no seu aparelho de som, apague a luz, deite na cama e relaxe ouvindo. E entre nessa viagem. Entrem mesmo, porque o próprio David Gilmour disse que nos inveja por nunca ter tido a experiência de comprar esse álbum e ouvi-lo pela primeira vez. Ele concebeu, criou, gravou, mas nunca sentou e ouviu ele como nós temos essa sorte. Então deixe de coisa! Sente, escute e aproveite.

Eu gosto muito desse álbum porque ele é completo em termos criativos. Tem letras fortes, o som é único. É cru e ao mesmo tempo inovador, moderno praquela época.

Se eu tivesse uma banda e fosse fazer um disco, eu queria que ele tivesse esse tipo de sonoridade. Os anos 70 podiam ser “pobres” se você comparar INJUSTAMENTE com a tecnologia de hoje, mas nunca você vai ouvir música boa hoje como se ouvia naquela época. Falo sério! Hoje é tudo limpo, sintetizado, ‘photoshopado’. Não há nada clean, nada real, nada simples como era antigamente.

Bons tempos aqueles, e eles não voltam mais.

É isso aí!! Lista feita. Agora podem soltar os cachorros!! (por favor, nada de Rotweillers #humornegro).

Xoxo,
Tata

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Saudosismo


Sempre fui menina rockeira. Rock Girl! Desde criança meu pai me criou ouvindo Scorpions, Elton John, aquelas baladinhas do Kiss, Bee Gees, Rod Stewart, Bob Dylan, ABBA [é pop, eu sei, mas conta e é muito bom!], e o pouco que ele ouvia de música nacional era Zé Ramalho, Elba Ramalho, Fagner, Alceu Valença, Zé Geraldo [“tá vendo aquele prédio, moço? Eu também trabalhei lá...” – essa canção me deixava deprimida quando eu era pequenina]. 


Com o tempo eu fui crescendo e selecionando o que realmente valia a pena ouvir. Acabei excluindo as coisas brasileiras e ficando somente com as coisas da língua estrangeira – o que, aos meus ouvidos, soa bem melhor.
Foi bem na época que eu cheguei a Natal [cresci na cidade de Santana do Matos, RN]. O ano era 1991, eu tinha 9 anos de idade. Aluna nova num colégio de freiras, fazendo novos amigos pela vizinhança e conhecendo as maravilhas do rádio [naquela época rádio era o que havia de mais moderno]. Era a época da “Rádio Cidade”, da “Rádio 96 FM” [ambas hoje só tocam o maldito axé e do famigerado forró] e da extinta “Transamérica”, que só tocavam músicas internacionais das boas, baladas e o pop/rock do início dos anos 90, como Enigma, Dire Straits, Double You, Eurythimics, Nirvana, Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, Ace of Base, Haddaway [“what is love / baby dont hurt me / dont hurt me / no more”], Roxette [e seu pop chicletão e aquelas baladinhas muy fofas], Michael Jackson no Brasil e Madonna mandando ver com sua turnê de sacanagem e putaria e livro não menos pornográfico “The Girlie Show”. É, eu me lembro de tudo isso!


Mais pra frente um pouco, quando eu tinha 13 anos a minha tia maluca me apresentou “Shine on You Crazy Diamond”, do Pink Floyd. Depois dessa linda suite eu fiquei mais e mais seletiva com músicas e artistas. Era só rock, e rock antigo, e fim de papo! Na verdade, era só Pink Floyd pra achar bom. Não ouvia quase mais nada além deles. Ouvia o “Wish You Were Here”, de 1975, entre 10 e 20 vezes por dia. Até hoje eu não enjoei, mas com certeza ouço com menos frequência. Ouvia também o “P.U.L.S.E”, de 1994, e a partir dele fui descobrindo o “Dark Side of the Moon”, de 1973, e o “The Wall”, de 1979. Deslanchei em seguida pros álbuns mais e mais antigos e pra artistas tão antigos quanto eles. Assim consolidei o meu eu musical, a minha identidade musical, o que permanece até hoje [pelo menos a base sólida].


Porém, se você acha que eu vim aqui falar dos mestres do Rock’N’Roll, está bastante enganado. Se quiser desistir de ler isso aqui, o momento é agora! [one, two, three – GO!]
Depois de três anos ouvindo Pink Floyd, Bon Jovi [o álbum “These Days” de uma colega minha ficou cheio de buracos após passar pelas minhas mãos e eu só devolver no último dia de aula do ano de 1997, ficando quase dois anos com o disco em meu poder, hahahaha!], Tears For Fears e o magnífico “Raoul and The Kings of Spain” [Raoooooooul / Raoooooooul and the kings of Spaaaaain], um pouco de grunge aqui e ali da novíssima banda Silverchair [“Frogstomp” e “Freak Show”] e outras mais, eis que, nas férias escolares de julho de 1998, eu caí em desgraça.
Como sempre eu estava em Brejo do Cruz, interior do estado da Paraíba. Uma cidade que eu amo desde meu nascimento. Uma cidade a qual eu sempre visito e a aonde eu fiz verdadeiros e grandes amigos. Uma cidade aonde eu e minha eterna friend Thaís Maia aprontávamos das nossas.
Pois é... Foi no quarto da casa de Thaís, num desses nossos esperados reencontros, que ela me mostrou a música “Everybody”, dos Backstreet Boys. E assim se deu o meu fim! O fim de toda a minha envergadura moral pra encher o peito e dizer: EU SOU UMA ROCKEIRA LEGÍTIMA, 100% ROCK’N’ROLL, BABY! #balela #failagain.


Apaixonei-me perdidamente ai,ai. Primeiro pelo Kevin, claro! Aqueles olhos verdes tão encantadores, moreno, alto, forte, voz mansa, olhar brilhante... Tantos atributos que meus olhos colaram em definitivo “forever and ever”. Depois porque a música grudou né? -  “Everybody / Yeeeaaah! / Rock your boooody / Yeeeaaah! / Everybody, rock your body right / Backstreet’s Back, Alright!” [Versinho grudento “do caralho!”]. Aí veio aquele vozeirão do AJ que eu sou louca de apaixonada até hoje. O Brian também tem uma voz linda e os outros dois que eu trato com o maior desprezo do mundo – Nick e Howie, só são os vasos decorativos da banda. [ai, que ofensa! Beesha má!].


Quando cheguei a Natal a primeira providência a ser tomada foi comprar o “Backstreet’s Back” [e eu nem sabia que eles tinham ido, quanto mais back]. Comprei e ouvi o bendito por anos e anos.
Logo em seguida comprei o primeiro álbum deles que havia chegado e atormentei muito minha família [huahuahuahuaha...] repetindo as canções inúmeras vezes por longos e longos dias religiosamente. Era no quarto, no banho, no carro, na sala, na cozinha e aonde eu pudesse enfiar os benditos cd’s e poder ouvir atéééé... Também vieram os pôsteres, as revistas, os adesivos, as reuniões para ver vídeos, shows, enfim.

 Foi o meu fim! Se foi... Porque depois deles vieram a Britney Spears, a lindíssima e amada Christina Aguilera, as Spice Girls, o Westlife, o Five, as All Saints e toda a popaiada que você puder imaginar [menos o NSync, é claro, que eu chamo carinhosamente de NShit].


 O pior é que eu gosto. Gosto mesmo!!!  Me pego ouvindo essas canções até hoje no meu iPod, saudosa, lembrando dos bons momentos que vivi ao som dessa trilha sonora eterna da minha adolescência. Das pessoas que conheci, das lágrimas que derramei, dos sorrisos... De toda aquela época em que a minha única preocupação era ter que pedir pra minha mãe ir comigo até o hiper Bompreço saber se o “Millenium” tinha chegado, porque eu ainda era menor de idade e não podia dirigir.
Hoje eu escuto até Lady Gaga se me der vontade. Só continuo restrita aos artistas nacionais. E não adianta me perturbar agora. Isso é tema pra outro post.
Beijos saudosos! 
Xoxoxo,
Scarlet
OBSERVAÇÕES:
1.       É... Sou do tempo da radiola; depois eu passei pro rádio por que onde eu morava só pegava AM; Em seguida meu pai me deu um moderníssimo walkman, aonde eu ouvia minhas rádios favoritas e as fitas K7 que eu gravava; Aos 15 anos eu ganhei meu primeiro stereo com CD player; Aos 19 comprei meu DiscMan; Aos 23/24 comprei meu MP3 de 128 Mega, depois um de 2 GB e hoje , com meus sofridos 28 anos, estou felicíssima com meus 30 GB de iPod.
2.       Esse post é em homenagem as minhas boas amigas que fazem aniversário em Julho: as Déboras Maria e Mariano.
3.       Este post também é uma homenagem às grandes amigas que eu fiz graças aos Backstreet Boys: Taynah, Carol, Giu, Rozanna, Thais, Tati, Thyra, Lillian e Magali.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Para ouvir e curtir muito.

Eu amo apaixonadamente TRILHAS SONORAS de filmes. Amo mesmo. Sempre que vejo um filme eu corro pra casa, pro 4shared e baixo o que eu puder e até o que não existe. Vou citar umas trilhas que tenho ouvido muito ultimamente.

1. HARRY POTTER & A Ordem da Fênix - NICHOLAS HOOPER.
2. HARRY POTTER & O Enigma do Príncipe - NICHOLAS HOOPER.

Nicholas é um dos meus compositores favoritos. Em HP especialmente por que ele captou a essência dos filmes de maneira perfeita. N'A Ordem da Fênix tem o tema dos Gêmeos Weasley [FIREWORKS], que abre o CD e é maravilhosa. Tb tem temas sarcásticos, como o da Dolores Umbridge, o tema ameaçador dos Dementadores, o tema triste de Harry sozinho no parque e os temas de amizade quando as cenas da Armada Dumbledore entram em ação.

Em "O Enigma", destaco o tema maravilhoso dos Comensais da Morte. Os temas são mais fortes, intensos. Captam também a problemática com a personalidade de Voldemort. São lindos os temas de amizade e amor. Os temas de Dumbledore também amocionam muito. Recomendo ouvir com urgência! =D

3.  BATMAN, O Cavaleiro das Trevas - James Newton Howard e Hans Zimmer: Trilha sem comentários, pra ouvir do início ao fim.
4. TWILIGHT Soundtrack: Vários artistas. Tem rock, baladinha, pop rock. Bem variado e bem gostoso de ouvir.
5. TWILIGHT, The Score: Temas compostos por Carter Burwell. Ele é novo pra mim e a trilha soa bem jovem, como pede o filme e também misterioso. Amo!
6. NEW MOON, The Score: Trilha do filme Lua Nova, da Saga Crepúsculo, composta pelo também novo pra mim Alexandre Desplat. Os temas são mais intensos, melancólicos. E eu amo temas melancólicos.

Todos esses eu achei pesquisando pelos "Wikipédias" da vida e baixando pelo site 4Shared. 

Tenho muitas outras trilhas aqui e dou até outra listinha pra vocês, só que de autores: 

- DANNY ELFMAN (Homem-Aranha, Alice no País das Maravilhas, A Fantástica Fábrica de Chocolate),
- HOWARD SHORE (Senhor dos Anéis, Os Infiltrados)
- JOHN DEBNEY (A Paixão de Cristo e alguns temas de Homem-Aranha 3)
- BASIL POLEDOURIS (Conan, O Bábaro e Conan, O Destruidor)
- EDDIE VEDDER (Na Natureza Selvagem). 

SÓ PRA CITAR ALGUNS! Então, façam o favor de baixar e ouvir, depois vocês me dizem o que acharam. 

Beijojokas!
Xoxoxo,

Tata

sexta-feira, 4 de junho de 2010

UP UP UP!!!

CHEGA DE PENSAMENTOS NEGATIVOS, DE TRISTEZAS, DE CHATEAÇÕES E COISAS CHATAS EM GERAL!!! JÁ DEU!!!! QUERO SER FELIZ E ESSAS CANÇÕES ME COLOCAM PRA CIMA. BEIJOS....

SURVIVOR - DESTINY'S CHILD


FIGHTER - CHRISTINA AGUILERA

KELLY CLARKSON - BREAKAWAY


HAVE A NICE WEEKEND!!!
Tata


terça-feira, 18 de maio de 2010

Johnny Cash - 'Hurt"



Hurt - Johnny Cash

Composição: Trent Reznor
I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain
The only thing that's real
The needle tears a hole
The old familiar sting
Try to kill it all away
But I remember everything
What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know
Goes away in the end
You could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt
I wear this crown of shit
Upon my liar's chair
Full of broken thoughts
I cannot repair
Beneath the stains of time
The feelings disappear
You are someone else
I am still right here
What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know
Goes away in the end
You could call have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt
If i could start again
A million miles away
I would keep myself
I would find a way

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Clássicos dos Anos 90

Há dias que eu tô tentando botar o tico e o teco pra funcionar e me fazerem lembrar de alguns clássicos dos anos 90. Aqui tem uma lista da VH1 que a @debzilda me passou, mas ainda acho que tá faltando um monte.

Vcs lembram do DISK MTV né? Sabrina Parlatore, fundo em croma key [nem sei se se escreve assim], as paradas do dia e etc. 

Por Favor: QUEM FOR LEMBRANDO DAS MÚSICAS VAI COLOCANDO NOS COMENTÁRIOS QUE EU QUERO MTOOO FAZER UM CDZÃO COM ESSAS CANÇÕES MAAAARA!

Beijojokas!
Tata

- - - - - - -

VH1's 100 Greatest Songs of the 90's... the list...
  1. Nirvana - "Smells Like Teen Spirit" (1991, #6 US)
  2. U2 - "One" (1991, #10 US)
  3. Backstreet Boys - "I Want It That Way" (1999, #6 US)
  4. Whitney Houston - "I Will Always Love You" (1992, #1 US)
  5. Madonna - "Vogue" (1990, #1 US)
  6. Sir Mix-A-Lot - "Baby Got Back" (1992, #1 US)
  7. Britney Spears - "...Baby One More Time" (1999, #1 US)
  8. TLC - "Waterfalls" (1994, #1 US)
  9. R.E.M. - "Losing My Religion" (1991, #4 US)
  10. Sinéad O'Connor - "Nothing Compares 2 U" (1990, #1 US)
  11. Pearl Jam - "Jeremy" (1991, #79 US)
  12. Alanis Morissette - "You Oughta Know" (1995)
  13. Dr. Dre (featuring Snoop Doggy Dogg) - "Nuthin' but a "G" Thang" (1992, #2 US)
  14. Mariah Carey - "Vision of Love" (1990, #1 US)
  15. Red Hot Chili Peppers - "Under the Bridge" (1991, #2 US)
  16. MC Hammer - "U Can't Touch This" (1990, #8 US)
  17. Destiny's Child - "Say My Name" (1999, #1 US)
  18. Metallica - "Enter Sandman" (1991, #16 US)
  19. Beastie Boys - "Sabotage" (1994)
  20. Hanson - "MMMBop" (1997, #1 US)
  21. Celine Dion - "My Heart Will Go On" (1997, #1 US)
  22. Beck - "Loser" (1994, #10 US)
  23. Salt-N-Pepa with En Vogue - "Whatta Man" (1993, #3 US)
  24. House of Pain - "Jump Around" (1992, #3 US)
  25. Soundgarden - "Black Hole Sun" (1994)
  26. Eminem - "My Name Is" (1999, #26 US)
  27. Counting Crows - "Mr. Jones" (1993)
  28. Ricky Martin - "Livin' la Vida Loca" (1999, #1 US)
  29. Vanilla Ice - "Ice Ice Baby" (1990, #1 US)
  30. *NSYNC - "Tearin' Up My Heart" (1998)
  31. Radiohead - "Creep" (1993)
  32. BLACKstreet - "No Diggity" (1996, #1 US)
  33. Spice Girls - "Wannabe" (1997, #1 US)
  34. Third Eye Blind - "Semi-Charmed Life" (1997, #4 US)
  35. Oasis - "Wonderwall" (1995, #8 US)
  36. C+C Music Factory - "Gonna Make You Sweat (Everybody Dance Now)" (1991, #1 US)
  37. Green Day - "Good Riddance (Time of Your Life)" (1998)
  38. Christina Aguilera - "Genie In A Bottle" (1999, #1 US)
  39. Goo Goo Dolls - "Iris" (1998)
  40. Color Me Badd - "I Wanna Sex You Up" (1991, #2 US)
  41. Spin Doctors - "Two Princes" (1993, #7 US)
  42. Collective Soul - "Shine" (1994, #11 US)
  43. En Vogue - "My Lovin' (You're Never Gonna Get It)" (1992, #2 US)
  44. The Fugees - "Killing Me Softly With His Song" (1996)
  45. Hootie & the Blowfish - "Only Wanna Be With You" (1995, #6 US)
  46. Shania Twain - "You're Still the One" (1998, #2 US)
  47. Marky Mark and the Funky Bunch - "Good Vibrations" (1991, #1 US)
  48. Matchbox Twenty - "3 A.M." (1997)
  49. Jewel - "Who Will Save Your Soul" (1996, #11 US)
  50. Alice in Chains - "Man in the Box" (1990)
  51. 2Pac (featuring Dr. Dre and Roger Troutman) - "California Love" (1996, #6 US)
  52. Sugar Ray - "Fly" (1997)
  53. Naughty by Nature - "O.P.P." (1991, #6 US)
  54. Joan Osborne - "One of Us" (1995, #4 US)
  55. Fiona Apple - "Criminal" (1996, #21 US)
  56. L.L. Cool J - "Mama Said Knock You Out" (1990, #17 US)
  57. Jay-Z featuring Amil and Ja Rule - "Can I Get A..." (1998)
  58. Sophie B. Hawkins - "Damn, I Wish I Was Your Lover" (1992, #5 US)
  59. Weezer - "Buddy Holly" (1994)
  60. Bell Biv DeVoe - "Poison" (1990, #2 US)
  61. Sheryl Crow - "All I Wanna Do" (1993, #2 US)
  62. Live - "I Alone" (1994)
  63. The Notorious B.I.G. featuring Mase & Puff Daddy - "Mo Money Mo Problems" (1997, #1 US)
  64. The Presidents of the United States of America - "Peaches" (1995)
  65. Digital Underground - "The Humpty Dance" (1990, #11 US)
  66. Edwin McCain - "I'll Be" (1998, #5 US)
  67. Deee-Lite - "Groove Is In The Heart" (1990, #4 US)
  68. Will Smith - "Gettin' Jiggy Wit It" (1998, #1 US)
  69. Korn - "Freak on a Leash" (1998)
  70. Jamiroquai - "Virtual Insanity" (1997)
  71. Arrested Development - "Tennessee" (1992, #6 US)
  72. Barenaked Ladies - "One Week" (1998, #1 US)
  73. Marcy Playground - "Sex and Candy" (1998, #5 US)
  74. Cher - "Believe" (1999, #1 US)
  75. Kris Kross - "Jump" (1992, #1 US)
  76. Blues Traveler - "Run-around" (1995, #8 US)
  77. Ice Cube - "It Was a Good Day" (1992, #15 US)
  78. Lenny Kravitz - "Are You Gonna Go My Way" (1993)
  79. Meredith Brooks - "Bitch" (1997, #2 US)
  80. Right Said Fred - "I'm Too Sexy" (1992, #1 US)
  81. Paula Cole - "I Don't Want to Wait" (1997, #11 US)
  82. Geto Boys - "Mind Playing Tricks on Me" (1991, #23 US)
  83. The Breeders - "Cannonball" (1993)
  84. Snow - "Informer" (1993, #1 US)
  85. Cypress Hill - "Insane In The Brain" (1993, #19 US)
  86. The Cranberries - "Linger" (1993, #8 US)
  87. Billy Ray Cyrus - "Achy Breaky Heart" (1992, #4 US)
  88. Duncan Sheik - "Barely Breathing" (1997, #16 US)
  89. Liz Phair - "Never Said" (1993)
  90. New Radicals - "You Get What You Give" (1998, #37 US)
  91. Sarah McLachlan - "Building a Mystery" (1997, #13 US)
  92. Public Enemy - "911 Is a Joke" (1990)
  93. Lisa Loeb - "Stay (I Missed You)" (1994, #1 US)
  94. Fastball - "The Way" (1998)
  95. Montell Jordan - "This Is How We Do It" (1995, #1 US)
  96. Nelson - "(Can't Live Without Your) Love and Affection" (1990, #1 US)
  97. Prince & The New Power Generation - "Gett Off" (1991, #27 US)
  98. EMF - "Unbelievable" (1991, #1 US)
  99. Missy Elliott - "The Rain (Supa Dupa Fly)" (1997)
  100. Gerardo - "Rico Suave" (1991, #7 US)
Songs that just missed the cut
Wu Tang Clan - "Protect Ya Neck"
Fatboy Slim - "The Rockafeller Skank"
Foo Fighters - "Everlong"
George Michael - "Freedom! '90"


quarta-feira, 24 de março de 2010

Aguilera's New Single


 

 

"Not Myself Tonight"

Written by Polow Da Don & Ester Dean
Produced by Polow Da Don for Zone4, Inc.

You know tonight
I am feeling a little out control
is this me
you wanna get crazy
because I don't give a...


1ST VERSE
I'm out of character
I'm in rare form
and If you really knew me
you'd know its not the norm


B SECTION:
Cause I'm doing things that I normally won't do
the old me's gone I feel brand new
and if you don't like it fuck you

The music's on and I'm dancing
I'm normally in the corner just standing
I'm feeling unusual
I don't care cause this is my night


HOOK:
I'm not myself tonight
tonight I'm not the same girl same girl
I'm not myself tonight
tonight I'm not the same girl same girl


2ND VERSE:
I'm dancing alot and I'm taking shots I'm feeling fine
I'm kissing all the boys and the girls
someone call the doctor cause I lost my mind


B SECTION:
Cause I'm doing things that I normally won't do
the old me's gone I feel brand new
and if you don't like it fuck you

The music's on and I'm dancing
I'm normally in the corner just standing
I'm feeling unusual
I don't care cause this is my night


HOOK:
I'm not myself tonight
tonight I'm not the same girl same girl

I'm not myself tonight
tonight I'm not the same girl same girl

BRIDGE:
In the morning
when I wake Up
I'll go back to the girl I used to be
but baby not tonight


HOOK:
I'm not myself tonight
tonight I'm not the same girl same girl

I'm not myself tonight
tonight I'm not the same girl same girl

Yah, that feels good
I needed that
get crazy
let's go
that's right
come on
give it to me now, don't stop

#cantwaittohearit =D

terça-feira, 2 de março de 2010

Shinedown - Second Chance



Essa música é linda, é forte e é minha cara. Só falta a coragem.

Bjs,

Tata

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pra ouvir SOZINHA!!!

MADONNA - CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR


Esse é um disco pra vc ouvir sozinha, no seu quarto, no som bem alto ou com o iPod no máximo. Eu escuto ele sempre, pra malhar, pra relaxar, pra dormir... Na verdade, hoje em dia nem tanto, mas lembro de muitas resenhas embaladas por "Hung Up" e pela magnífica "Sorry".

Tá com ódio do seu ex??? Manda um SORRY pra ele, bem alto, com letra traduzida e closed captions.

Tá com as amigas, saindo pra balada??? Toca HUNG UP! Aliás, toda tuuuuudo!! Uma delícia!!

Quando ela canta: "just watch me burn" em LET IT WILL BE, eu viajo longe. Me sinto na pista de dança messssmo, como diz o título do disco.

ISAAC, JUMP, I LOVE NEW YORK, GET TOGHETER...

Mas minha cara mesmo, a letra, é LIKE IT OR NOT:

You can call me a sinner
And you can call me a saint
Celebrate me for who I am
Dislike me for what I ain’t
Put me up on a pedestal
Or drag me down in the dirt
Sticks and stones will break my bones
But your names will never hurt
I’ll be the garden, you’ll be the snake
All of my fruit is yours to take
Better the devil that you know
Your love for me will grow
Because
This is who I am
You can like it or not
You can love me or leave me
Cause I’m never gonna stop, no no....
Mooooooooito Booooom!!!!!!

É um cd perfeito, principalmente pras meninas e pra quem tá de bem com a vida. Quando estiver triste, deprimido, bota ele e saia dançando, sozinho no quarto e se acabe!

Bjs,

Tata @}--;--

sábado, 27 de junho de 2009

Michael Jackson - R.I.P.

Aos amantes da boa música, da criatividade, da humanidade e das pessoas de bom coração, quero deixar aqui o meu carinho ao eterno MICHAEL JACKSON.

Obrigado por sua música, sua dança e sua arte!

Um gênio que se vai, mas um legado que fica!

Um mito, um gênio, uma lenda! Descanse em paz!

- Tata Floyd -









segunda-feira, 15 de setembro de 2008

RICHARD WILLIAM WRIGHT



Pink Floyd: faleceu Rick Wright

Data: 15-09-2008

O teclista e membro fundador dos Pink Floyd, Rick Wright, faleceu devido a doença prolongada.
O músico e ocasional vocalista da histórica banda tinha 65 anos.Wright criou os Pink Floyd junto a Nick Mason, Roger Waters e Syd Barrett em 1965, dando o seu contributo vocal a temas do início da carreira como 'Paintbox' e 'Echoes', sendo a sua partipação mais proeminente a canção 'The Great Gig in the Sky', do histórico "the Dark Side of the Moon", de 1973. Wright acabaria por deixar de ser membro a tempo inteiro da banda em 1979, para regressar nos anos 90 depois de Roger Waters deixar o grupo. Nos últimos tempos, o teclista colaborava frequentemente em espectáculos a solo de David Gilmour, além de ter trabalhado em algumas edições do também já desaparecido Syd Barrett.

* * *

Biografia

Entrou para a escola particular Harberdashers, e aos 17 anos foi para a Escola de Arquitetura. Lá conheceu o baixista Roger Waters e o baterista Nick Mason. Fizeram um grupo na faculdade e escolheram seis meses depois Syd Barrett para a guitarra.

O único nascido em Londres entre os integrantes do Pink Floyd, Richard Wright sempre foi o terceiro compositor e vocalista do grupo, tal como como George Harrison nos Beatles, John Paul Jones no Led Zeppelin e John Entwistle no The Who.

Como compositor Wright contribuía com duas ou três músicas por álbum, ou colaborava na estruturação de obras coletivas como "Echoes" ou "Time". Dark Side (1973) representa seu ápice no Pink Floyd: os teclados se equiparam a guitarra de Gilmour e cinco das dez música são de sua autoria. Em Wish You Were Here (1975), onde seus teclados estão onipresentes, Wright trouxe grandes contribuições para o álbum, sobretudo na suíte "Shine on you crazy diamond".
A partir do disco Animals (1977) iniciou-se o processo de domínio do Pink Floyd por Roger Waters, apesar de neste disco Rick Wright ter realizado um competente trabalho no comando dos teclados da banda.

O sucesso começou a afetar as relações pessoais dentro do grupo. Trabalhos solo eram a única saída para os demais integrantes da banda e Wright realizou Wet Dream em 1978, acompanhado por Mel Collins (sax), Snowy Whithe (guitarra), Larry Steele (baixo) e Reg Isadore (bateria).
Quando os Floyd começaram a gravar The Wall em 1979 Roger Waters tinha assumido o total controle da banda. Rick Wright foi afastado do processo de criação e concepção, o que culminou com sua expulsão da banda durante as gravações de The Wall, apesar de mais tarde participar dos shows.

Depois da saida do Pink Floyd, Wright juntou-se com Dave Harris no grupo chamado "Zee" e gravaram "Identity" em 1984.

O retorno de Wright ao Pink Floyd se deu em 1987, nas gravações de A Momentary Lapse Of Reason. Ele chegou no meio das gravações, ocasião em que não trouxe contribuição relevante para o álbum, mas participou da turnê mundial de promoção do disco.

Já em The Division Bell, Rick Wright voltou a participar ativamente do processo criativo, retomando-se a cooperação coletiva que se havia perdido nos anos 70. Wright é co-autor de "Wearing The Inside Out" com Anthony Moore e das músicas "Cluster One", "What Do You Want From Me", "Marooned", e "Keep Talking" com David Gilmour.

Em 1996 Rick Wright lançou seu terceiro álbum, Broken China, gravada no estúdio da sua casa na França. Ele mesmo produziu o disco, junto com Anthony Moore, que também escreveu as letras. Foi mixado por James Guthrie. Participam deste álbum os guitarristas Tim Renwick, Dominic Miller e Steve Bolton, o baterista Manu Katche e o baixista Pino Palladino. E mais, Sinead O'Connor canta em duas faixas - "Reaching for the Rail" e "Breakthrough".

Morreu aos 65 anos após uma breve luta contra o câncer.

Apesar do papel coadjuvante, é quase consenso entre antigos fãs que os teclados de Richard Wright apresentam-se como elemento fundamental para a constituição do som do Pink Floyd.

* * *

Não é porquê eu sou uma incondicionável fã de Pink Floyd que eu acho o Ricky um músico extraordinário. Ele era mesmo, e será sempre. Dotado de muita sensibilidade, suas raízes de jazz e blues levaram para o Pink Floyd um de seus maiores diferenciais. As estruturas musicais criadas por ele e Gilmour, aliadas às poesias de Waters fazem desta banda a maior de todas, em minha humilde opinião, do mundo.

Escutando "Remember a Day", "Paintbox", "See Saw" e as perfeitas "Summer 68", "Us and Them" e "The Great Gig in the Sky" nota-se a marca inconfundível deste grande músico.

Infelizmente ele se foi, nos deixando órfãos de bons músicos, praticamente inexistentes nesse mundo feito de bandas emo pré-fabricadas.

Ricky, você é mais que uma simples estrela do rock... Vc "is all!!".

Shine on!!!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Eu e John Lennon no Bar

Eu tava sem idéias pra postar aqui, mas me lembrei da minha fotinha que tirei, provando todo o "amor" que eu sinto pelos Bitos....




EU ODEIO BEATLES!!! E chamo eles de "Bitos" porquê é uma forma sutil de protestar.



A maioria das pessoas que dizem gostar deles, na verdade, nem sabe da vida deles, de sua história, o que eles gravaram ou porquê gravaram, as inspirações e por aí vai. São um bando de alienados fomentados pela mídia a achar e falar da boca pra fora que eles são "os melhores".



"Tipo assim..." (como diria minha amiga Katarina): quando alguém vem até você e pergunta qual a melhor banda de rock do mundo, você responde automaticamente: "É Beatles!". Você nem sequer pensou pra dar a resposta. Você já vomitou aquilo que está incrustado em sua consciência. É quem nem quando perguntam: "Pra você, quem é uma linda mulher?", daí você diz: "Julia Roberts", e ela nem é lá essas coisas todas, mas você respondeu isso pensando no filme.



Você não lembrou daquela balada do Scorpions pra dar essa resposta. Não pensou naquela viajada [sem drogas!] que você deu quando ouviu "Shine On You Crazy Diamond" do Pink Floyd pra dar sua resposta. Não se lembrou da dancinha ridícula de Mick Jagger cantando Satisfaction ou das loucuras que o Keith Moon aprontava no palco [e fora dele] pra dar sua resposta. Não pensou na majestade Freddie Mercury e em "Love of My Life"... E você sequer ouviu um disco inteiro de Bitos pra falar que eles são a melhor banda do mundo. Só viu uma reportagenzinha no Fantástico falando da morte de John Lennon ou uma daquelas cenas de pandemônio em p&b que geralmente a TV reprisa, só pra dizer que eles eram os queridinhos das alienadas dos anos 60.



Fala sério! Beatles Sucks!



Eu não gosto da postura de John Lennon [vivo, morto, reencarnado nos Gallagher, etc], dele se achar um profeta da paz. Não gosto de Paul McCartney [é assim que se escreve???] e das musicas imbecis que ele escreve [mas aquilo pode ser chamado de música???]. Não gosto do Ringo Starr[rrrrrrrrr...] porquê ele é um baterista medíocre que se achava o melhor baterista do mundo [essas são palavras dele, não minhas...]. E o único que me simpatiza é o falecido - que Deus o tenha - George Harrison, que na verdade é um coitado que queria ser criativo, mas os babacas Lennon + McCartney o ofuscavam.



Tô certa ou tô errada??? [se sim ou se não, também não sei!]



Não adianta enfiar um "Revolver", nem "Number 9", "Sgt. Peppers" ou "Let it Be" preu ouvir que não vai colar... Peraí! Eu já ouvi o "Let it Be" e o achei absolutamente normal, comum! Bonzinho, vai... Eu tinha o "Sgt. Peppers" que ganhei de aniversário, mas roubaram do carro do meu pai... [Favor? Destino?].



O que importa é que não existe uma lei dizendo que pra eu ser levada a sério ou ser gente tenho que gostar de Beatles, Bitos, sei lá o que... Eu não gosto deles e eles não me fazem falta e não sou burra ou alienada por detestar eles.



Gosto é igual a... Você sabe! Cada um tem o seu!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

"Sure he plays a mean pinball"



The "Lovely" Who

The Who é uma banda de rock britânica surgida nos anos 60. A evolução musical do grupo culminou numa fase de grande sucesso na década de 70. Após um período inativo entre os anos 80 e 90, o The Who retornou aos palcos e, apesar da perda de dois de seus integrantes originais, continua a se apresentar esporadicamente.

O Who é considerado uma das maiores bandas ao vivo do rock 'n' roll de todos os tempos. Conhecidos pelo dinamismo de suas apresentações e por sua música reflexiva e repleta de influências artísticas, eles também são julgados pioneiros do rock, popularizando entre outras coisas a ópera rock (principalmente com Tommy) sob a liderança de Pete Townshend. Seus primeiros álbuns mod, repletos de curtas e agressivas canções pop, os distintos power chords de Townshend e temas recorrentes de rebelião juvenil e confusão sentimental, foram influências primordiais no surgimento do punk rock e do power pop. No princípio de sua carreira a banda ficou conhecida por arrebentar completamente seus instrumentos no final dos shows (especialmente Townshend, cuja destruição de guitarras tornar-se-ia um clichê do rock, e o infame e alucinado Keith Moon, mandando seu kit de bateria pelos ares).

A formação clássica consistia de:

* Pete Townshend - Guitarra, violão, composições, piano & sintetizador em gravações de estúdio
* Roger Daltrey - vocais, gaita
* Keith Moon - Bateria, percussão
* John Entwistle - Baixo, instrumentos de sopro

A era clássica do Who (e segundo alguns a própria banda), terminou em 1978 com a morte do inimitável Keith Moon.

* * *

Wikipédia à parte...

A primeira vez que vi - é, vi! Não ouvi, eu vi logo de cara... - o The Who eu tive um ataque de risos ao ver Keith Moon na bateria. "Que louco é esse?", pensei... Que cara doido, parecia o Taz Mania da Warner, debruçado na bateria, fazendo mil caretas e "mungangas" tocando bateria. Isso muito me agradou. Adoro gente assim, meio sem noção.

Depois percebi que aquele guitarrista de nariz meio torto - Pete Townshend - tocava bem, apesar da música ser muito "simplesinha" [coisa de Floydiano]. Me lembrava o Daniel Johns de antigamente, do Silverchair. Whatever... Eu também tinha gostado do jeito dele tocar e se apresentar.

Em seguida dei uma sacada no baixista, John Entwinstle. O que o Keith Moon tinha de doido esse cara tinha de quieto. Alguns o descrevem como "o olho do tornado". Seus dedos iam de lá pra cá no contrabaixo de um jeito que o som emanava do instrumento de forma a te deixar paralisado observando aquele balé frenético.

Por último, os vocais. Nossa! Roger Daltrey... Era uma voz diferente pras bandas daquela época. Ora suave, ora arrebatador. Uma energia sem fim, principalmente quando começava a girar o cabo do microfone, sacudir os cabelos e dessa forma externar toda a ferocidade que os quatro membros da banda.

Isso era o The Who!

Quatro pessoas realmente distintas uma da outra. Um louco na bateria. Uma seda no contrabaixo, porém com dedos incontroláveis. Um cara de personalidade forte na guitarra, que parecia querer mostrar pro mundo toda a sua essência e, por fim, a junção disso tudo e um pouco mais de sex apeal e energia extra nos vocais.

Isso era The Who!

Quem dera eu pudesse estar lá e presenciar isso tudo. Nasci em 1982, uns 20 anos atrasada. Mas não tem problema... Eles me fazem feliz com seu som mágico ainda hoje, depois de tudo.

Assista: Pinball Wizard - http://www.youtube.com/watch?v=TbzjuetiV0w

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